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Um blog que só passava por blogocídio quando algo dava errado na edição
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"Cause I've forgotten all of young love's joy"
Estou sem saco para o blog e para todas as outras coisas da vida, obrigada por perguntar. Acontece que eu fico correndo atrás de fazer minhas matérias da revista e procurar uma gráfica que não cobre minhas pregas para imprimí-la, diferentemente de minhas companheiras de grupo. Acho tão lindo pessoas que sabem projetar e cobrar, mas nunca desenvolver porra nenhuma. Na verdade, meu plano com o blog é mudar de endereço e servidor. Mas só de pensar nisso bate preguiça. A Claro como sempre tem tirado um barato com a minha cara. Por menos uso que eu tenha, minha conta nunca vem nem no valor da franquia, quem dirá menos. Aí me deram bônus pra eu pegar o aparelho que eu queria e quando fui lá o bônus cedido já era insuficiente. Acabei pegando um aparelho pra minha mãe que ela não gostou. E sim, eu continuo desempregada, obrigada por perguntar. Mas eu procuro não ficar ruminando isso pra ver se afasta a negatividade de mim. Não que tenha dado certo com toda a negatividade que tem me cercado em super alta. Mas, pelo menos, ela vem de fora e não de dentro. Meu quarto tem goteiras. E ninguém sabe como consertar isso. Há milhares de anos essa casa é assim. projeto arquitetônico incrível do meu avô, baseado apenas em concreto. O mal acabamento é só o requinte da coisa toda. A casa é desnivelada, não há duas paredes sequer com a mesma dimensão, o que é terrível inclusive para limpar. E eu vou te contar uma coisa. Eu tenho um útero inútil. Que poderia ser inflado e chamado de balão de gás. Por conta disso, há alguns meses atrás cismei que queria ter um filho. Lógico que me chamaram o juízo de volta em pouco tempo, mas eu tava com a tal da idéia fixa de procriar. Eu ainda não procurei nenhum tratamento para reproduzir por enquanto. Mas mensalmente eu fico com aquela cólica insuportável. E parece que eu tô parindo um bebê a cada dez minutos, tamanha a dor. Ai que eu questiono a injustiça da vida. Eu não poder procriar e sentir dores terríveis a cada menstruação. Ao que parece, eu estou entrando naquela fase da vida em que meus amigos de infância estão vindo me trazer o convite de seus casamentos e meus amigos da faculdade estão indo para casas de swing. Não há bom senso e meio termo na cabeça das pessoas. Os que namoram não se contentam em apenas namorar, têm de casar e contar moedinha pra viver junto; os que estão solteiros não se preocupam em trepar com todo mundo no final de semana e contar no café da manhã de segunda-feira, querem que todos presenciem suas trepadas incríveis. Não, não é amargura de quem não está nem pra casar, nem trepando loucamente em locais públicos. Mas pensa bem. Meus amigos tem mais ou menos a minha idade. Não é normal essa fixação por casamento ou trepada mal dada assistida. Ou eu que sou anormal e não estou nem casando, nem trepando com estranhos, vai saber. É cada loucura que me aparece... Publicado por Laís em 1:26 AM | _______________________________________________________________________________________
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